Um mês, duas cores e um propósito em comum: promover a prevenção e o diagnóstico precoce de doenças que impactam milhões de pessoas. Nesse sentido, o Fevereiro Roxo e Laranja reforça a importância da informação, do cuidado e da responsabilidade coletiva com a saúde.
Embora sejam diferentes, essas doenças têm algo em comum: muitas apresentam sinais silenciosos no início e podem ser confundidas com condições menos graves. Dessa forma, a atenção aos sintomas e o acompanhamento médico tornam-se ainda mais essenciais. Além disso, quanto mais cedo houver investigação, maiores tendem a ser as chances de controle e tratamento.
O Fevereiro Roxo traz visibilidade ao Alzheimer, Lúpus e Fibromialgia, enquanto o Fevereiro Laranja, por sua vez, alerta para a prevenção e o combate à Leucemia, além de incentivar a doação de medula óssea — um gesto que pode salvar vidas.
Fevereiro Roxo
Alzheimer: doença neurodegenerativa que afeta memória e cognição. Sintomas iniciais incluem esquecimentos frequentes, confusão e dificuldade para realizar tarefas simples. O diagnóstico é clínico, com avaliação neurológica e exames complementares.
Lúpus: doença autoimune que pode causar manchas na pele, dores articulares, fadiga intensa e febre. O diagnóstico ocorre por meio de exames laboratoriais e acompanhamento especializado.
Fibromialgia: condição que provoca dores generalizadas, sensibilidade corporal, alterações no sono e cansaço extremo. Nesse contexto, o médico analisa os sintomas, o histórico do paciente e descarta outras doenças para chegar ao diagnóstico.
Em todos os casos, identificar os sinais precocemente ajuda a controlar a progressão e melhorar a qualidade de vida.
Fevereiro Laranja
A leucemia é um câncer que afeta as células sanguíneas. Entre os principais sinais de alerta estão cansaço excessivo, infecções frequentes, palidez, hematomas e sangramentos sem causa aparente. Assim, ao perceber qualquer alteração persistente, é fundamental buscar avaliação médica. Em geral, o diagnóstico é realizado por exames de sangue e, quando necessário, pela análise da medula óssea.
Como doar medula óssea?
Ser um doador é mais simples do que parece:
- Procure um hemocentro autorizado
- Faça um cadastro e colete uma pequena amostra de sangue
- Seus dados entram no registro nacional de doadores
- Se houver compatibilidade com um paciente, você será chamado para exames adicionais
A compatibilidade é rara, por isso cada novo cadastro aumenta as chances de salvar uma vida.
Como as empresas podem abordar o tema?
As organizações têm um papel essencial na promoção da saúde e na construção de ambientes mais humanos. Algumas ações simples podem gerar grande impacto para a campanha:
- Compartilhar conteúdos educativos nos canais internos
- Promover palestras com profissionais da saúde
- Incentivar o autocuidado e a atenção aos sintomas
- Apoiar campanhas de doação
- Fortalecer uma cultura de empatia e acolhimento
Cuidar das pessoas é um compromisso coletivo e começa, antes de tudo, com informação, atenção e atitude.